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“O
azul do meu vestido revela-se No sonho das manhãs Eu não tenho nome É
só canção...”
(Mavi
Lamas)
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Há um tom
de azul Em tudo o que faço. Há um caminho azul Por onde passo.
Choro azul, Canto azul, Toco azul, Sorrio azul… Sou azul.
Não amarelo, verde, Vermelho, ou cinza. Azul é a minha alma, Num
misto de céu e mar, Calmarias e tempestades. Um livro aberto Sem
palavras nem gravuras.
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(a música, traduzida, que você ouve
aqui)
*Além
do Arco-Íris*
Em
algum lugar sobre o arco-íris, bem alto, existe uma terra sobre a qual eu
ouvi uma vez, numa canção de ninar. Em algum lugar do arco-íris, os céus
são azuis e os sonhos que você se atreve a sonhar realmente se realizam.
Um dia
eu farei um pedido a uma estrela e acordarei onde as nuvens estejam, longe,
detrás de mim. Onde os problemas se derretem como pastilhas de limão,
longe do topo das chaminés e lá você encontrará, em algum lugar do
arco-íris, pássaros azuis voando. Pássaros voam sobre o arco-íris. Por
quê, então, por que eu não posso? Se felizes passarinhos azuis voam além do
arco-íris por quê, por quê eu não posso?


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Sou assim
Intempestuosa
Amorosa
Arrependida
Sofrida
Carente de mim
Sou assim
Sangue quente
Correndo nas veias
Choros partidos
Abraço sofrido
Presa em minhas teias
Sou assim
Grito de dor
Gargalhada de alegria
Emoções intensas
Em forma de poesia
Sou assim
Pareço criança
E meus olhos profundos
Refletem esperança
Sou assim
Repartida em pedaços
Desfazendo-me sempre
Em abraços
Sou assim
Coração a pulsar
Entre sonho e realidade
Princesa na carruagem
Olhos a sonhar
Perdida na paisagem
Sou assim
Coração verdadeiro
Emoção por inteiro
Canção sem um fim
®Mary Fioratti


Talvez
tenha sido por um olhar...
Talvez por um sorriso...
Talvez tenham sido aquelas palavras
ou talvez aquele instante contigo...
Talvez um dia estaremos juntos
e talvez tudo será esquecido...
Talvez possam existir outros momentos
e aí quem sabe...
Nem tudo estará perdido 


Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa, ou forte como
uma ventania, depende de quando, e como você me vê
passar!
Clarice Lispector


Sou quem sou,
simplesmente mulher,
não fujo, nem nego, Corro risco, atropelo perigo,
avanço sinal, ignoro avisos. Procuro viver, sem medo,
sem dor,
com calor, aconchego, Supro carências, rego desejos,
desabrocho em risos...
Ângela Bretas


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